Comemoração do Dia pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres
No passado dia 25 de novembro, assinalou-se, a nível internacional, o “Dia pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres”.
Apesar de nos encontrarmos no século XXI, a violência contra as mulheres e em particular a violência doméstica continua a ser exercida das mais variadas formas, seja ela física, emocional, sexual, financeira ou outras e encontramo-la nos mais diversificados contextos de intimidade. Em Portugal e no mundo, todos os dias, inúmeras mulheres e raparigas são vítimas de algum tipo de violência.
Sabendo que a violência contra as mulheres e a violência doméstica é crime público e uma responsabilidade coletiva, na EPADRPL, através do Gabinete de Mediação de Comportamentos, foram organizadas atividades com o objetivo de alertar, consciencializar e reforçar a vigilância de todos e de cada um contra este tipo de crime.
Em estreita colaboração com Cidadania e Desenvolvimento, na pessoa da Coordenadora Carla Cunha, e com o apoio da professora Clara Fernandes, na qualidade de Coordenadora dos Diretores de Turma e docente de TIC, os alunos das turmas do 1.º ano dos Cursos Profissionais foram desafiados a sensibilizar a comunidade escolar, alertando-os para este crime público. Através da intervenção gráfica, os alunos inscreveram em 16 camisolas várias mensagens de combate à violência. Posteriormente, as camisolas foram afixadas no átrio da Escola com a cooperação voluntariosa dos alunos Ruben Estevam e Ruben Guerra do 3.º B e das assistentes operacionais, permitindo a toda a comunidade escolar a sua visualização e, sobretudo, a interiorização das respetivas mensagens.
Paralelamente, as turmas do 2.º ano dos Cursos Profissionais e o 3.º A assistiram a uma palestra dinamizada pelo Núcleo de Atendimento a Vítimas de Violência Doméstica (NAVVD) do Gabinete de Apoio à Família (GAF) de Viana do Castelo, com a Dra. Ândrea Pereira, Psicóloga e Técnica de Apoio à Vítima. Os nossos alunos foram bastante participativos, dando testemunhos e colocando questões.
A todos nos compete estar atentos - pelas mulheres e raparigas que não conseguem ter voz e/ou pelas que foram silenciadas!
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